Financeira lança hipoteca pré-aprovada de até 60% do valor do imóvel

Emprestar dinheiro dando a casa como garantia. Desabituado com a modalidade hipotecária de crédito, o brasileiro costuma se assustar com uma das formas de financiamento mais populares do mundo. Para bons pagadores, no entanto, a hipoteca permite levantar dinheiro com juros baixos.

A Brazilian Mortgages, empresa do grupo PanAmericano (sociedade do BTG Pactual com a Caixa Econômica Federal) lançou uma hipoteca com crédito pré-aprovado de até 60% do valor do imóvel, que fica alienado em nome do banco.

A pessoa usa o dinheiro quando quiser e se, de fato, precisar. As taxas de juros são de 1,10% ao mês mais a correção pelo IGP-M –menor do que o crédito pessoal, que têm juros acima de 3%, e do que o consignado, com taxas entre 1,5% e 2,5%.

Nas demais hipotecas, o dinheiro é liberado imediatamente após o processo de análise e alienação do imóvel, que sai em uma semana. Se a pessoa precisar de mais dinheiro, tem de repetir todo o processo de novo.

Especializada em financiamento imobiliário, a BM foi pioneira no país a trabalhar com hipotecas ainda em 2007. Desde então, já emprestou mais de R$ 1 bilhão.

“Não se trata de um cheque especial para emergências. É um dinheiro para se usar em oportunidades de negócio. Percebemos que o cliente usa esse dinheiro com sabedoria. É para estudar, investir num negócio da família… Ele coloca um dinheiro que está imobilizado a serviço dele”, disse Fabio Nogueira, diretor da Brazilian.

Além da BM, fazem hipoteca de imóveis o Santander, o HSBC, a Caixa e as companhias hipotecárias Barigui e Intermedium. Todas trabalham na modalidade clássica de liberação imediata.

Com exceção do Santander, que só tem taxa prefixada, os demais trabalham com juros pós-fixados, em que incidem um corretor da inflação como IGP-M, IPCA e a TR. HSBC e Caixa não trabalham com taxas fixas.

Para Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito, site que permite comparar taxas, a hipoteca é uma boa opção para quem tem um imóvel já quitado com saldo devedor de menos de 30%.

“A principal característica está na possibilidade de se tomar um empréstimo com taxas de juros baixas e levantar um valor maior do que se conseguiria em linhas tradicionais. Vale também para quem precisa vender um imóvel rapidamente. Nesses casos, o refinanciamento é uma maneira de vender o imóvel sem pressa, podendo esperar uma proposta mais compatível com o valor de mercado. O principal perigo está no caso de quem não tem disciplina financeira”, disse Prata.
Para mais informações acesse:

http://financiamentoimobiliario.imb.br/refinanciamento.htm

Publicado por Folha.com

Refinanciar a casa é opção para empréstimo

O financiamento de imóveis com recursos da poupança terá crescido, no fim deste ano, cerca de 30 vezes ante 2004. Em valores, é um salto de R$ 3 bilhões para R$ 85 bilhões. Esses números sintetizam o vigor do mercado de crédito imobiliário no Brasil. A tendência, segundo especialistas, é de leve desaceleração daqui para a frente. Nesse cenário, os bancos já começam a mirar outros produtos no segmento.
Um dos “escolhidos” é o chamado refinanciamento imobiliário. O negócio ainda engatinha por aqui, mas profissionais do setor estão certos de que vai deslanchar nos próximos anos.
“É uma tremenda oportunidade”, afirmou o diretor de crédito imobiliário do HSBC, Antonio Barbosa. “O brasileiro ainda resiste a refinanciar a própria casa, mas tem percebido, cada vez mais, que pode ser uma opção interessante”, completa Fabio Nogueira, diretor e sócio fundador da Brazilian Finance Real Estate (BFRE), espécie de banco que só atua na área imobiliária.
Esse produto foi regulamentado pelo Banco Central (BC) no fim de 2006 e, a partir de 2007, várias instituições financeiras passaram a oferecê-lo. Cada uma tem as próprias condições, mas, em geral, o cliente pode refinanciar parte da casa em que mora (até 50%, na média) por prazos de até 30 anos e taxas de juros inferiores às do crédito pessoal (mas, em compensação, maiores que o financiamento imobiliário tradicional).
O Bradesco, por exemplo, oferece o crédito pessoal com garantia de imóvel. O prazo máximo para pagamento é de 10 anos e o crédito máximo é de 70% do valor de avaliação do imóvel. A taxa de juros média, hoje, é de 1,52% ao mês (cerca de 19% ao ano).
É um custo maior que o do financiamento imobiliário tradicional, que hoje varia, em média, entre 9,5% e 11,5% ao ano, mais TR. No entanto, é inferior ao do crédito pessoal “normal”, hoje, em média, a 49% ao ano, segundo dados do Banco Central.
O diretor de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges, explica que a diferença decorre do chamado funding para os empréstimos, ou seja, o bolo de onde vem o dinheiro. No caso do crédito tradicional, o funding principal é a poupança.
Por lei, a caderneta remunera com 6,17% ao ano mais TR (algo como 7% a 7,5% ao ano no total). O banco fica com a diferença entre essa taxa e a que cobra do cliente no crédito.
No caso do refinanciamento, o funding é o do dia a dia do mercado financeiro, ou seja, a taxa Selic. Como se sabe, o juro básico no Brasil é o mais alto do mundo, hoje de 12,5% ao ano. Portanto, a taxa deve incluir esse custo (captação), o risco de cada cliente e, claro, o lucro da instituição financeira.
No Bradesco, a carteira de crédito pessoal com garantia em imóvel somava R$ 2,3 bilhões no fim de junho. É um valor baixo se comparado à carteira de crédito imobiliário. Neste ano, o segundo maior banco privado do País prevê desembolsar R$ 14 bilhões só em novos empréstimos.
No Santander, essa carteira é menor ainda – R$ 90 milhões no fim de junho. No ano passado, porém, a expansão foi de 173% sobre 2009. “Esse é um produto que vai começar a ser importante”, aposta o diretor executivo de negócios imobiliários do Santander, José Roberto Machado. Um dos usos possíveis, segundo ele, é para clientes que queiram reorganizar as finanças. A vantagem, lembra, é a taxa de juros mais baixa que a de outras modalidades de crédito pessoal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Publicado no O Estado de São Paulo, por Leandro Modé

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Credicard fará refinanciamento de imóveis

A Credicard, empresa de soluções de crédito do Citigroup, entra no nicho de refinanciamento de imóveis, em parceria com a Brazilian Mortgages, que pertence ao Grupo BFRE (Brazilian Finance Real Estate), do setor financeiro imobiliário.
Nesse tipo de empréstimo, o tomador do crédito -que pode ser utilizado para qualquer finalidade- deixa como garantia um imóvel que esteja em seu nome.
Esse é um segmento ainda incipiente no Brasil.
Nos últimos anos, outras instituições começaram a oferecer produtos nessa linha, como HSBC, Itaú e Bradesco. Mas o segmento segue pouco expressivo no mercado de crédito do país.
“No exterior, como nos EUA, a participação desse tipo de empréstimo no total do crédito imobiliário supera 60%”, diz Fabio Nogueira, sócio-fundador e diretor da BFRE.
Contudo, é importante lembrar que a falta de controle sobre a qualidade do crédito foi o motor da crise que explodiu no mercado de hipotecas norte-americano e se alastrou para todo o sistema financeiro mundial.
Para evitar esse tipo de situação, dizem Credicard e BFRE, “há limites seguros” para o financiamento oferecido: a quantia não pode ultrapassar 50% do valor do imóvel e o comprometimento da renda familiar para o pagamento da dívida não pode ser maior que 30%.
Além disso, o valor do empréstimo, que começa em R$ 25 mil, pode chegar a, no máximo, R$ 750 mil.
“O brasileiro está aprendendo a se endividar, com um controle maior. Queremos oferecer todas as alternativas para que o consumidor selecione a mais adequada”, explica Leonel Andrade, presidente da Credicard, que começou a investir em crédito pessoal em 2009.
GARANTIA
Na avaliação de Gilberto Braga, consultor e professor de finanças do Ibmec-RJ, o desenvolvimento do refinanciamento imobiliário no país é positivo. Por existir uma “garantia real”, que é o imóvel, as taxas de juros tendem a ser menores do que outras praticadas no mercado.
Mas Braga alerta: esse tipo de crédito não é feito para “rolar outras dívidas”. “O tomador do empréstimo tem que ter planejamento e certeza de que vai conseguir honrar o compromisso. Caso contrário, corre o risco de perder a casa”, diz.
O consumidor deve lembrar que, na operação, o imóvel fica vinculado ao credor por alienação fiduciária (mesmo mecanismo usado no financiamento para compra de imóveis e veículos) até a quitação da dívida.
Nesse caso, a execução da garantia (tomada do imóvel pelo credor) em caso de não-pagamento do débito é assegurada por lei.
Texto gentilmente cedido por Focando 
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